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Re: Diário Espiritual de João Batista

Assunto: Re: Diário Espiritual de João Batista
by joaobatista em 07/03/2009 17:55:08

O mundo contra a Igreja


Depois da Igreja ter por mais de 4 décadas se disposto a dialogar com o mundo, vemos que o mundo em nada quis dialogar com a Igreja. Enquanto a Igreja mostrava-se num desejo de estabilizar a consciência humana num mundo que evoluía tecnicamente sem ser necessário que a Fé fosse abolida do pensamento humano. O que assistimos neste dialogo foi a tentativa de imposição de um mundo frio, onde os problemas e pecados deixaram de existir e que a culpa dos erros não pertenciam aos seres humanos e seus erros. Assistimos ao monologo do mundo.

Vemos uma humanidade cravada em si mesma, numa realidade monocromática, cheia de desvios e sem nenhuma saída, sem nenhuma real esperança de sobreviver aos próprios riscos. Uma humanidade que se abandona a própria sorte, onde uns não crêem e outros que crêem diz que era a obrigação de Deus salvá-los, mesmo que não fizessem por merecer, era definitivamente uma ordem do homem moderno a Deus.

A Igreja em sua brandura e disposição a escuta já quase não falava, não porque não quisesse dizer alguma coisa, mas porque a mídia silencia a sua voz e lança a voz de um mundo “liberto” de Deus. A Igreja está silenciada. Ora, silenciada por alguns grupos que monopolizam o discurso, embebido de ateísmo, materialismos, relativismos e muito, muito frio.

Quando pensaram em estar vencendo definitivamente a Igreja de Deus, não esperavam que o próprio coração humano falasse mais alto que a TV, o Rádio, a internet e tudo quanto há em serviço da ideologia anti-católica. O coração humano, ao ver-se em em mundo sem sentido, sem esperança e sem saída, procurou o seu refúgio e encontram abrigos nos braços de Deus e Dele dão testemunho.

É um momento de grande dor, não diferente de nenhuma outra época da história da Igreja, pois em Cristo a Igreja já se fundamentava no sofrimento e na perseguição. As chagas feitas pelas nossas mãos no Corpo de Cristo são para a nossa Salvação e consolo para a nossa peregrinação. Se nós sofrermos, lembremos, o Nosso Senhor também sofreu e sofreu para nos consolar dos sofrimentos que a sua Igreja sofreria e para nos definir como vencedores da Cruz.

Tomemos os devidos cuidados para que não deixemos nos
abater pelas tentações impostas pela mídia ideológica e parcial, cuidemos para que ela não nos envolva em seus escândalos. Se a mídia se escandaliza com as pessoas que tem Fé é porque ainda se sente fraca, limitada perante o sentimento humano com relação a Deus.

Devem se perguntar que Deus é este que as pessoas estão buscando? Depois de tantas tentativas em negá-lo e amenizar os efeitos de sua existência através da racionalização da existência humana? Como podem amar um Deus que não se vê? Quem será este Deus que tanto os encoraja a seguir em frente?

Não, não odiamos o mundo, antes o amamos. Porém é penoso pensar que é necessário tanta retaliação e falsidades ideológicas daqueles que por não crêem querem desfazer daqueles que crêem, querem impor as suas posições atéias e não respeitam o mínimo das convicções morais de toda uma cultura, de toda uma história.

Não lamentemos pelos devaneios da mídia, deste mundo que se levanta contra Deus e contra a Fé os sentimentos daqueles que Nele crêem. Antes, nos alegremos por este mundo estar padecendo diante da possibilidade de uma Fé vigorosa e de um povo destemido diante das situações impostas por um mundo de idéias absurdas, de uma existência abstrata e sem algo de definitivo.

Sigamos nossos caminhos, rezando pela vida e pela morte e pelo que há de vir, em Jesus Cristo nossa Esperança, por esta esperança somos salvos e por ela caminhamos em um caminho diferente dos caminhos do mundo. Sentimos os acontecimentos de forma diferente, nos relacionamos com tudo o que está a nossa volta de forma diferente, apreciamos um horizonte mais amplo, que somente a Fé e a Razão juntas podem nos proporcionar.

Católicos sempre, de corpo e de alma, sempre!
Que Jesus e Maria nos conduza por este vale de lágrimas, para que ao fim de nossa jornada possamos merecer a plenitude de nossa vida, que está escondida em Cristo Jesus, o Nosso Senhor.

Paz e Fé!