Publicado por Marcia em 06/1/2008 (7182 leituras)
Todos gostamos de ser apreciados. Porquê? Porque no momento em que alguém tem um pequeno gesto de bondade para contigo, cria-se a sensação de seres importante. (E és mesmo, caramba!)
O ambiente de catequese não é excepção a esta regra. A qualidade do grupo depende, em boa parte, dos pormenores. E o catequista, enquanto líder desse mesmo grupo, deve estar atento a este ‘backstage’ emocional.
Antes da experiência de Deus, há que conseguir aprofundar a experiência humana. Tal como nos sugere o método pedagógico usado pelos catecismos: Experiência Humana, Palavra de Deus, Expressão da Fé. É um ciclo de orientação para cada encontro, mas é também (ou devia ser) a orientação da caminhada global de um grupo.
Ao nível da caminhada, sabe-se que cada uma destas etapas está em construção permanente. Contudo, os pequenos gestos ajudam não só a exercitar a primeira fase: a experiência humana; como também, em certa medida, até a fase “escondida” que vem antes desta: o acolhimento.
E todos nós queremos que os nossos grupos sejam bem saudáveis, não é?
Com os pequenos gestos fazemos a diferença no mais íntimo de cada um. Resgatamos alguém do anonimato, ou da banalidade do reconhecimento. O que é igualmente importante. Porque se há alguns que são desconhecidos para o grupo, outros há que são reconhecidos mas raramente conhecidos (uhm... rebuscado).
O encontro é a procura do catequista. Com última paragem e apeadeiro na concretização destes pormenores, seja com um:
Sorriso de cumplicidade. Tu sabes... aquele momento em que te aproximas de alguém com um simples olhar. Onde a comunicação se faz somente pela expressividade do rosto, sem necessidade de explicações.
Cumprimento mais demorado. De beijinhos falsos e cumprimentos apressados está já o mundo cheio. Por isso mesmo, é bom quando alguém demonstra um sentimento puro de valor pela tua presença.
Elogio sincero. A regra é simples: fala pouco, mas fala bem. Um elogio sincero vale por mil palavras de bajulação. Crianças e adultos gostam de ser elogiados, sem dúvida, mas por aquilo que realmente valem! E é isso que faz eco nos seus corações.
Para estes e outros pequenos gestos, a atitude tem de vir de dentro, não existe espaço para falsidades.
Claro que é complicado manter bons níveis de qualidade nas relações, durante um longo período de tempo. Mas a todos é acessível esta opção, entre deixar adoecer o grupo ou reanimá-lo, uma pessoa de cada vez, com estes pequenos pontos de luz.
Palavra de volta ao leitor: Pela tua experiência, estes pormenores fazem algum sentido? Que impacto têm? Casos em particular? Adoraria ouvir as vossas histórias :)
Silvino - http://procatequista.blogspot.com
O ambiente de catequese não é excepção a esta regra. A qualidade do grupo depende, em boa parte, dos pormenores. E o catequista, enquanto líder desse mesmo grupo, deve estar atento a este ‘backstage’ emocional.
Antes da experiência de Deus, há que conseguir aprofundar a experiência humana. Tal como nos sugere o método pedagógico usado pelos catecismos: Experiência Humana, Palavra de Deus, Expressão da Fé. É um ciclo de orientação para cada encontro, mas é também (ou devia ser) a orientação da caminhada global de um grupo.
Ao nível da caminhada, sabe-se que cada uma destas etapas está em construção permanente. Contudo, os pequenos gestos ajudam não só a exercitar a primeira fase: a experiência humana; como também, em certa medida, até a fase “escondida” que vem antes desta: o acolhimento.
E todos nós queremos que os nossos grupos sejam bem saudáveis, não é?
Com os pequenos gestos fazemos a diferença no mais íntimo de cada um. Resgatamos alguém do anonimato, ou da banalidade do reconhecimento. O que é igualmente importante. Porque se há alguns que são desconhecidos para o grupo, outros há que são reconhecidos mas raramente conhecidos (uhm... rebuscado).
O encontro é a procura do catequista. Com última paragem e apeadeiro na concretização destes pormenores, seja com um:
Sorriso de cumplicidade. Tu sabes... aquele momento em que te aproximas de alguém com um simples olhar. Onde a comunicação se faz somente pela expressividade do rosto, sem necessidade de explicações.
Cumprimento mais demorado. De beijinhos falsos e cumprimentos apressados está já o mundo cheio. Por isso mesmo, é bom quando alguém demonstra um sentimento puro de valor pela tua presença.
Elogio sincero. A regra é simples: fala pouco, mas fala bem. Um elogio sincero vale por mil palavras de bajulação. Crianças e adultos gostam de ser elogiados, sem dúvida, mas por aquilo que realmente valem! E é isso que faz eco nos seus corações.
Para estes e outros pequenos gestos, a atitude tem de vir de dentro, não existe espaço para falsidades.
Claro que é complicado manter bons níveis de qualidade nas relações, durante um longo período de tempo. Mas a todos é acessível esta opção, entre deixar adoecer o grupo ou reanimá-lo, uma pessoa de cada vez, com estes pequenos pontos de luz.
Palavra de volta ao leitor: Pela tua experiência, estes pormenores fazem algum sentido? Que impacto têm? Casos em particular? Adoraria ouvir as vossas histórias :)
Silvino - http://procatequista.blogspot.com
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