Publicado por PadreAdilsonM em 07/3/2009 (6419 leituras)
Seminarista Antônio Maldaner, LC
(amarques@legionaries.org)
A MEDIDA DO AMOR É A DOAÇÃO À PESSOA AMADA
Com a comunhão eu não recebo um pedaço de pão ou carne, recebo ou abro o meu coração para que o Ressuscitado entre no profundo do meu ser, para que esteja dentro de mim e não só fora de mim, e assim fale dentro de mim e transforme o meu ser, me dê o sentido da justiça, o dinamismo da justiça, o zelo pelo Evangelho. (Bento XVI)
Resumo das leituras:
1ª leitura (Gêneses 22, 1-2.9a.10-13.15-18): “O sacrifício do nosso pai Abraão.”
Salmo 115: Caminharei na presença do Senhor na terra dos vivos.
2ª leitura (Romanos 8, 31b-34): “Deus não poupou o seu próprio Filho.”
Evangelho (Marcos 9, 2-10): “Este é o meu Filho predileto.”
REFLEXÃO:
A liturgia de hoje nos ensina devemos responder à Vontade de Deus e também nos mostra os frutos da fidelidade a Deus: paz, felicidade, amor. Deus abençoa a generosidade daqueles que a Ele se entregam (1ª leitura); pois Ele mesmo é tão generoso que para o nosso bem nem poupou a vida do Seu Filho (2ª leitura). Tal amor excede todo amor humano, tanto assim que Ele procura inumeráveis ocasiões para mostrar a sua glória aos homens (evangelho).
Deus não pediu uma trivialidade a Abraão, mas aquilo que era mais precioso para ele, o seu único filho. Isso dilacerou o coração daquele homem e nos faz pensar que Deus deveria dar, não pedir; perguntar, não ordenar.
Conta uma lenda da Índia que um mendigo pedia esmola perto da casa do rei. O rei saiu majestoso da sua localidade enquanto que o mendigo se levantou para esperá-lo. A sua surpresa foi grande quando o carro parou diante dele. O rei saiu e pediu ao mendigo o que ele tinha para oferecê-lo. Então o mendigo, sem jeito, abriu o saco e entregou um grão de milho. O rei o pegou e partiu. O mendigo ficou furioso e pelo desgosto derrubou o saco. Ao recolhê-lo se deparou com um grão que brilhava, pegou-o e percebeu que era de ouro. Então se lamentou de ter sido tão mesquinho dando só um grão e não todo o saco.
Às vezes julgamos que Deus é injusto conosco ou pelo menos lhe reprovamos pelo mal que nos rodeia. No entanto, os critérios de Deus não são os critérios dos homens, pois Deus escreve reto em linhas tortas. Mas qual é a lógica de Deus?
QUANTO MAIS DAMOS, MAIS RECEBEREMOS EM TROCA. A MEDIDA DO AMOR É A ENTREGA.
Peçamos a Deus que nos conceda uma experiência profunda do seu amor. Deus é amor, e se queremos amor Ele será o único que poderá concedê-lo. O amor humano é passageiro, caduco. Nós homens estamos chamados a amar mais, amar melhor e não nos saciaremos com o amor deste mundo. Experimentar este amor é o desafio que a quaresma nos lança neste ano.
Que propósito procurarei cumprir nesta semana?
(amarques@legionaries.org)
A MEDIDA DO AMOR É A DOAÇÃO À PESSOA AMADA
Com a comunhão eu não recebo um pedaço de pão ou carne, recebo ou abro o meu coração para que o Ressuscitado entre no profundo do meu ser, para que esteja dentro de mim e não só fora de mim, e assim fale dentro de mim e transforme o meu ser, me dê o sentido da justiça, o dinamismo da justiça, o zelo pelo Evangelho. (Bento XVI)
Resumo das leituras:
1ª leitura (Gêneses 22, 1-2.9a.10-13.15-18): “O sacrifício do nosso pai Abraão.”
Salmo 115: Caminharei na presença do Senhor na terra dos vivos.
2ª leitura (Romanos 8, 31b-34): “Deus não poupou o seu próprio Filho.”
Evangelho (Marcos 9, 2-10): “Este é o meu Filho predileto.”
REFLEXÃO:
A liturgia de hoje nos ensina devemos responder à Vontade de Deus e também nos mostra os frutos da fidelidade a Deus: paz, felicidade, amor. Deus abençoa a generosidade daqueles que a Ele se entregam (1ª leitura); pois Ele mesmo é tão generoso que para o nosso bem nem poupou a vida do Seu Filho (2ª leitura). Tal amor excede todo amor humano, tanto assim que Ele procura inumeráveis ocasiões para mostrar a sua glória aos homens (evangelho).
Deus não pediu uma trivialidade a Abraão, mas aquilo que era mais precioso para ele, o seu único filho. Isso dilacerou o coração daquele homem e nos faz pensar que Deus deveria dar, não pedir; perguntar, não ordenar.
Conta uma lenda da Índia que um mendigo pedia esmola perto da casa do rei. O rei saiu majestoso da sua localidade enquanto que o mendigo se levantou para esperá-lo. A sua surpresa foi grande quando o carro parou diante dele. O rei saiu e pediu ao mendigo o que ele tinha para oferecê-lo. Então o mendigo, sem jeito, abriu o saco e entregou um grão de milho. O rei o pegou e partiu. O mendigo ficou furioso e pelo desgosto derrubou o saco. Ao recolhê-lo se deparou com um grão que brilhava, pegou-o e percebeu que era de ouro. Então se lamentou de ter sido tão mesquinho dando só um grão e não todo o saco.
Às vezes julgamos que Deus é injusto conosco ou pelo menos lhe reprovamos pelo mal que nos rodeia. No entanto, os critérios de Deus não são os critérios dos homens, pois Deus escreve reto em linhas tortas. Mas qual é a lógica de Deus?
QUANTO MAIS DAMOS, MAIS RECEBEREMOS EM TROCA. A MEDIDA DO AMOR É A ENTREGA.
Peçamos a Deus que nos conceda uma experiência profunda do seu amor. Deus é amor, e se queremos amor Ele será o único que poderá concedê-lo. O amor humano é passageiro, caduco. Nós homens estamos chamados a amar mais, amar melhor e não nos saciaremos com o amor deste mundo. Experimentar este amor é o desafio que a quaresma nos lança neste ano.
Que propósito procurarei cumprir nesta semana?
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