Publicado por Vborges em 16/3/2010 (1078 leituras)
Sem. Vagner de Souza, LC
vborges@legionaries.org
Depois que o professor terminou o seu apaixonado discurso à sala de aula sobre a disciplina, na coragem dos meus sete anos, lhe perguntei: “Professor, o que é disciplina?” Após alguns segundos de silêncio, ele me respondeu: “Disciplina... é uma coisa que não se compra na farmácia!”
Ele tinha razão. Em primeiro lugar, porque se as farmácias vendessem disciplina, sem oferecer nenhum outro produto, iriam à falência. E segundo, porque é uma virtude. Nos nossos dias certamente está fora de moda. A sua definição seria algo assim como coerção da espontaneidade, obstáculo ao desenvolvimento do próprio ser, entre outras. Porém todos admiramos e nos emocionamos diante do seus frutos. Quem não sente orgulho de ver os atletas do seu país no degrau mais alto do pódio, entoando o hino da sua pátria? Mas perguntemos a eles o que seriam sem a disciplina. Simplesmente, não seriam nada.
A palavra disciplina deriva do verbo latino discere, que significa aprender. È a virtude daquele que aprende. Todos nós aprendemos algo novo a cada dia. A vida é um contínuo aprendizado. “Vivendo e aprendendo”. Por isso, a disciplina é uma virtude muito útil se também quisermos subir a parte mais alta do pódio da vida.
Discere também deu origem à palavra discípulo: aquele que aprende. Nós cristãos, discípulos de Cristo, devemos cultivar de modo especial a grande virtude da disciplina. Um exemplo disso nos dá o apóstolo São Paulo. Ele pôde dizer no final da sua vida: “Combati uma boa luta, terminei a corrida, guardei a fé” (2 Tm 4, 7). Equipara o esforço dos atletas em busca do prêmio com o seu, pelo alcance da Vida Eterna. Se vemos tantos sacrifícios, privações, jejuns, tanta disciplina da parte deles por uma recompensa corruptível, por um momento de glória, quanto mais nós, que temos como meta o céu?
O discípulo de Cristo se disciplina. Ordena toda a sua vida para melhor assimilar os ensinamentos de tão exímio Mestre. Para aprender do Seu exemplo a como agradar o Pai Celestial e receber a coroa imperecível que Ele nos preparou desde a criação do mundo.
A disciplina é um remédio muito eficaz para superar tantos atrasos na própria realização pessoal e no progresso espiritual. Mas exige muita força de vontade, constância e abnegação. Enfim, “é uma coisa que não se compra na farmácia!”
vborges@legionaries.org
Depois que o professor terminou o seu apaixonado discurso à sala de aula sobre a disciplina, na coragem dos meus sete anos, lhe perguntei: “Professor, o que é disciplina?” Após alguns segundos de silêncio, ele me respondeu: “Disciplina... é uma coisa que não se compra na farmácia!”
Ele tinha razão. Em primeiro lugar, porque se as farmácias vendessem disciplina, sem oferecer nenhum outro produto, iriam à falência. E segundo, porque é uma virtude. Nos nossos dias certamente está fora de moda. A sua definição seria algo assim como coerção da espontaneidade, obstáculo ao desenvolvimento do próprio ser, entre outras. Porém todos admiramos e nos emocionamos diante do seus frutos. Quem não sente orgulho de ver os atletas do seu país no degrau mais alto do pódio, entoando o hino da sua pátria? Mas perguntemos a eles o que seriam sem a disciplina. Simplesmente, não seriam nada.
A palavra disciplina deriva do verbo latino discere, que significa aprender. È a virtude daquele que aprende. Todos nós aprendemos algo novo a cada dia. A vida é um contínuo aprendizado. “Vivendo e aprendendo”. Por isso, a disciplina é uma virtude muito útil se também quisermos subir a parte mais alta do pódio da vida.
Discere também deu origem à palavra discípulo: aquele que aprende. Nós cristãos, discípulos de Cristo, devemos cultivar de modo especial a grande virtude da disciplina. Um exemplo disso nos dá o apóstolo São Paulo. Ele pôde dizer no final da sua vida: “Combati uma boa luta, terminei a corrida, guardei a fé” (2 Tm 4, 7). Equipara o esforço dos atletas em busca do prêmio com o seu, pelo alcance da Vida Eterna. Se vemos tantos sacrifícios, privações, jejuns, tanta disciplina da parte deles por uma recompensa corruptível, por um momento de glória, quanto mais nós, que temos como meta o céu?
O discípulo de Cristo se disciplina. Ordena toda a sua vida para melhor assimilar os ensinamentos de tão exímio Mestre. Para aprender do Seu exemplo a como agradar o Pai Celestial e receber a coroa imperecível que Ele nos preparou desde a criação do mundo.
A disciplina é um remédio muito eficaz para superar tantos atrasos na própria realização pessoal e no progresso espiritual. Mas exige muita força de vontade, constância e abnegação. Enfim, “é uma coisa que não se compra na farmácia!”
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