Publicado por Dudao em 29/3/2010 (1714 leituras)
Eduardo da Costa, LC
edacosta@legionaries.org
Aproxima-se a Semana Santa e o número de católicos que buscam o sacramento da confissão aumenta significativamente. Entre esta multidão, encontram-se pessoas que já possuem o hábito de confissão frequente, outros que se apresentam para a sua confissão anual e outros, talvez, os quais andavam fatigados com o peso do pecado por vários anos e encontraram nesta Semana Santa as forças espirituais para encontrar a Deus no sacramento da penitência.
Seja qual for o caso, todos queremos nos reconciliar com Deus e buscamos uma oportunidade nova para recomeçar no nosso caminhar espiritual.
A melhor forma de aproveitar esta oportunidade é acudir à Confissão sabendo que será um encontro com um Pai “entranhavelmente compassivo e misericordioso” (Tg 5, 11), sempre pronto a nos acolher, a nos perdoar, e disposto a esquecer qualquer pecado com tal de ver os seus filhos de volta a casa.
Às vezes podemos cair na tentação de pensar que a misericórdia de Deus é exagerada, desproporcionada às nossas misérias e faltas. Ou achamos que os nossos pecados são tão grandes que até duvidamos que Deus possa ou queira perdoá-los. Será que não estamos tentando entender a grandeza de Deus e a sua bondade infinita com os esquemas mesquinhos da nossa cabecinha? Não diz acaso o autor da carta aos Hebreus que Jesus “se compadece das nossas fraquezas” (Hb 4, 5)?
Ele entende os nossos sofrimentos, conhece a nossas adversidades, Ele sabe que somos feitos de carne e osso. É por isso que Deus, ciente da nossa condição, nos faz o seguinte convite: “Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna” (Hb 4, 16).
Entendamos estas palavras à luz do sacramento da confissão:
“Aproximemo-nos”, Deus sempre nos está esperando de braços abertos para perdoar-nos e encher os nossos corações de paz, porem também nós temos que fazer a nossa parte: deixar a poltrona da nossa comodidade com o pecado e “com segurança”, confiança e abertura de alma acudir ao Pai misericordioso que se encontra sobre o seu “trono da graça” na pessoa do sacerdote, “para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça” que são para nós uma “ajuda oportuna”, pois sem Deus e sem a sua graça e misericórdia nada somos e nada podemos: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15, 5).
O confessionário nada mais é que o “trono da graça” onde Cristo oferece a todos os membros da Igreja Peregrinante, as graças e ajuda para vencer o pecado.
edacosta@legionaries.org
Aproxima-se a Semana Santa e o número de católicos que buscam o sacramento da confissão aumenta significativamente. Entre esta multidão, encontram-se pessoas que já possuem o hábito de confissão frequente, outros que se apresentam para a sua confissão anual e outros, talvez, os quais andavam fatigados com o peso do pecado por vários anos e encontraram nesta Semana Santa as forças espirituais para encontrar a Deus no sacramento da penitência.
Seja qual for o caso, todos queremos nos reconciliar com Deus e buscamos uma oportunidade nova para recomeçar no nosso caminhar espiritual.
A melhor forma de aproveitar esta oportunidade é acudir à Confissão sabendo que será um encontro com um Pai “entranhavelmente compassivo e misericordioso” (Tg 5, 11), sempre pronto a nos acolher, a nos perdoar, e disposto a esquecer qualquer pecado com tal de ver os seus filhos de volta a casa.
Às vezes podemos cair na tentação de pensar que a misericórdia de Deus é exagerada, desproporcionada às nossas misérias e faltas. Ou achamos que os nossos pecados são tão grandes que até duvidamos que Deus possa ou queira perdoá-los. Será que não estamos tentando entender a grandeza de Deus e a sua bondade infinita com os esquemas mesquinhos da nossa cabecinha? Não diz acaso o autor da carta aos Hebreus que Jesus “se compadece das nossas fraquezas” (Hb 4, 5)?
Ele entende os nossos sofrimentos, conhece a nossas adversidades, Ele sabe que somos feitos de carne e osso. É por isso que Deus, ciente da nossa condição, nos faz o seguinte convite: “Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna” (Hb 4, 16).
Entendamos estas palavras à luz do sacramento da confissão:
“Aproximemo-nos”, Deus sempre nos está esperando de braços abertos para perdoar-nos e encher os nossos corações de paz, porem também nós temos que fazer a nossa parte: deixar a poltrona da nossa comodidade com o pecado e “com segurança”, confiança e abertura de alma acudir ao Pai misericordioso que se encontra sobre o seu “trono da graça” na pessoa do sacerdote, “para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça” que são para nós uma “ajuda oportuna”, pois sem Deus e sem a sua graça e misericórdia nada somos e nada podemos: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15, 5).
O confessionário nada mais é que o “trono da graça” onde Cristo oferece a todos os membros da Igreja Peregrinante, as graças e ajuda para vencer o pecado.
|
Arte Sacra | 
Bíblia e Exegese | 
Catequese | 
Direito e Cidadania | 
Doutrina Social | 
Eclesiologia | 
Entrevistas | 
Espiritualidade | 
Fé e Política | 
Homilias | 
Liturgia | 
Moral | 
Música Sacra | 
Orkut - Católicos | 
Perspectivas - Xambinho | 
Recursos - Catequistas | 
Sociedade Católica | 
Teologia | 
Testemunhos
|
|||||||

















