Publicado por Vborges em 08/6/2010 (830 leituras)
Sem. Jauri Strieder, LC
jstrieder@legionaries.org
Deus chama, o homem responde. Essa é a lógica da vocação de todo cristão. Deus tem um plano para cada pessoa viver na Sua amizade, mas a alguns Ele dirige aquele “vem e segue-me” para um compromisso maior, como no caso da vocação sacerdotal.
Deus criou o homem e infundiu nele a inquietude de felicidade. O alcance dessa felicidade é o que dá sentido e plenitude à nossa existência. É, neste sentido, que Santo Agostinho afirmou: “Fizestes-nos para vós, Senhor, e o nosso coração não encontrará a paz, enquanto não repousar em Vós”.
A resposta generosa à toda vocação é obra do amor e, quando se trata da vocação sacerdotal, é o amor a Cristo que move à resposta, pois é resposta Àquele que, primeiro, deu a vida por nós. Consagrar a vida inteira ao serviço de Deus e da Igreja é coisa séria. Não é uma iniciativa humana ou uma escolha de conveniência. É Deus quem chama.
Deus é livre de chamar quem quiser e quando quiser. Os jovens, por sua parte, além da liberdade na hora de responder, têm o direito de ouvirem o chamado. Muitos corações jovens estão abertos para acolher este convite, mas Deus necessita de instrumentos humanos para sintonizar com aqueles que Ele deseja convidar ao sacerdócio.
Aqui vemos a dimensão eclesial da vocação sacerdotal. Todo cristão deve contribuir ao crescimento e à sensibilidade vocacional, cada um conforme os seus talentos: orar, colaborar na animação vocacional da paróquia, testemunhar a fé, motivar os jovens, etc. O seminário não é assunto exclusivo dos bispos e dos padres, mas uma missão de todos. As palavras de Cristo: “Rogai ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe”, são ecos de um desejo que hoje se faz atual e urgente.
No horizonte da vocação sacerdotal de um jovem, os pais têm um papel que não é indiferente. Mais ainda: a vocação de um filho é igualmente uma vocação e um dom para os pais. A estes, Deus pede uma cooperação singular que, às vezes, pode até custar sacrifícios. A separação dos filhos dói: para Maria também foi difícil deixar Jesus partir à missão.
A pastoral vocacional, portanto, é missão de todos. Cada um é chamado a contribuir, com a sua parte, no cultivo das vocações: rezar, testemunhar a vida cristã, falar da beleza do seguimento de Cristo, etc. Enfim, colaborar para a graça de Deus agir e para os escolhidos abrirem o coração à voz divina que os chama.
jstrieder@legionaries.org
Deus chama, o homem responde. Essa é a lógica da vocação de todo cristão. Deus tem um plano para cada pessoa viver na Sua amizade, mas a alguns Ele dirige aquele “vem e segue-me” para um compromisso maior, como no caso da vocação sacerdotal.
Deus criou o homem e infundiu nele a inquietude de felicidade. O alcance dessa felicidade é o que dá sentido e plenitude à nossa existência. É, neste sentido, que Santo Agostinho afirmou: “Fizestes-nos para vós, Senhor, e o nosso coração não encontrará a paz, enquanto não repousar em Vós”.
A resposta generosa à toda vocação é obra do amor e, quando se trata da vocação sacerdotal, é o amor a Cristo que move à resposta, pois é resposta Àquele que, primeiro, deu a vida por nós. Consagrar a vida inteira ao serviço de Deus e da Igreja é coisa séria. Não é uma iniciativa humana ou uma escolha de conveniência. É Deus quem chama.
Deus é livre de chamar quem quiser e quando quiser. Os jovens, por sua parte, além da liberdade na hora de responder, têm o direito de ouvirem o chamado. Muitos corações jovens estão abertos para acolher este convite, mas Deus necessita de instrumentos humanos para sintonizar com aqueles que Ele deseja convidar ao sacerdócio.
Aqui vemos a dimensão eclesial da vocação sacerdotal. Todo cristão deve contribuir ao crescimento e à sensibilidade vocacional, cada um conforme os seus talentos: orar, colaborar na animação vocacional da paróquia, testemunhar a fé, motivar os jovens, etc. O seminário não é assunto exclusivo dos bispos e dos padres, mas uma missão de todos. As palavras de Cristo: “Rogai ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe”, são ecos de um desejo que hoje se faz atual e urgente.
No horizonte da vocação sacerdotal de um jovem, os pais têm um papel que não é indiferente. Mais ainda: a vocação de um filho é igualmente uma vocação e um dom para os pais. A estes, Deus pede uma cooperação singular que, às vezes, pode até custar sacrifícios. A separação dos filhos dói: para Maria também foi difícil deixar Jesus partir à missão.
A pastoral vocacional, portanto, é missão de todos. Cada um é chamado a contribuir, com a sua parte, no cultivo das vocações: rezar, testemunhar a vida cristã, falar da beleza do seguimento de Cristo, etc. Enfim, colaborar para a graça de Deus agir e para os escolhidos abrirem o coração à voz divina que os chama.
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