Publicado por Cesny em 23/7/2010 (1282 leituras)
Vitor Costa, LC
Fim de semana sempre deixa um gostinho de "quero mais". Na segunda-feira, resta a saudade do domingo passado e passamos a semana com a esperança do sábado seguinte. O que tem de tão mágico num fim de semana? Por que os outros dias parecem amargos, como se carecessem de algo especial que só um fim de semana pode dar?
Algumas pessoas fazem de seu fim de semana o sentido primordial da sua vida, ou seja: aguentam os dias de trabalho durante a semana para poder beber das delícias de um sábado bem vivido, ou o churrasco de domingo com os amigos. Não me refiro a essas coisas com desprezo, todos necessitamos de momentos de descanso. O problema é quando a nossa vida começa a girar em torno a isso. Imagine que um homem se propõe viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro. Ele prepara sua bagagem e se põe a caminho do seu destino. No recorrer, encontra paisagens belíssimas, contempla a natureza e o pôr-do-sol. Estes são momentos de regozijo na sua jornada. O homem vai almoçar em uma churrascaria, toma um cafezinho e descansa. Porém o homem não fica na churrascaria o dia inteiro ou contemplando a bela paisagem eternamente. Ele está a caminho, sua chegada é mais importante do que as paradas que faz. Os fins de semana são estas paradas, um bom almoço, um dia na praia, uma tarde em família ou o chope de sexta à noite com os amigos.
Muitas vezes depois da experiência de felicidade quase ilimitada oferecida por um fim de semana, nos sentimos vazios. Por que acontece isso? Será falsa essa promessa de felicidade oferecida por um fim de semana? Muitas vezes um sábado à noite feliz se torna um domingo de manhã amargo. Ás vezes nós fazemos coisas em um fim de semana das quais nos arrependemos por toda a vida. A verdade é que às vezes buscamos a alegria aonde não podemos encontrar. Ninguém busca aquilo que pode ser ruim para si. Quando buscamos a felicidade em um fim de semana o fazemos buscando um benefício, reconhecemos um valor e nos lançamos a ele. A pergunta que fica sem responder-se é se podemos encontrar esse valor, será que um fim de semana é capaz de preencher as lacunas do meu coração.
Os fins de semana nos trazem satisfações passageiras, momentâneas. Mas o nosso coração anseia por algo mais estável, mais sólido, que não passe. Uma felicidade que nos encha por inteiro, até as fibras mais ocultas do nosso ser. Existem alegrias na nossa vida que ultrapassam por muito estas alegrias do fim de semana. Um ato de caridade, uma vida honesta, o cumprimento dos deveres, estar de bem com a família, uma boa consciência de paz com Deus e com os homens, uma oração. Também temos que ter em mente o sentido cristão do domingo, o dia dedicado ao senhor que pode ser empregado para o lazer, família e amigos, mas sem deixar de lado o seu sentido primordial que é louvar o Senhor, participando da Santa Missa.
Todos esses bens trazem alegrias que são muito mais profundas que a alegria de um fim de semana. Por exemplo, o valor de uma só Missa é eterno, pois custou o sangue redentor de Cristo. Ás vezes a satisfação dos prazeres imediatos que podemos experimentar em um fim de semana nos faz pensar que esta é a chave de nossa felicidade. Entretanto esta chave, na maioria das vezes, está mais acessível do que imaginamos, depende de nós abrirmos-nos à graça de Deus e mudar nossa vida.
Fim de semana sempre deixa um gostinho de "quero mais". Na segunda-feira, resta a saudade do domingo passado e passamos a semana com a esperança do sábado seguinte. O que tem de tão mágico num fim de semana? Por que os outros dias parecem amargos, como se carecessem de algo especial que só um fim de semana pode dar?
Algumas pessoas fazem de seu fim de semana o sentido primordial da sua vida, ou seja: aguentam os dias de trabalho durante a semana para poder beber das delícias de um sábado bem vivido, ou o churrasco de domingo com os amigos. Não me refiro a essas coisas com desprezo, todos necessitamos de momentos de descanso. O problema é quando a nossa vida começa a girar em torno a isso. Imagine que um homem se propõe viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro. Ele prepara sua bagagem e se põe a caminho do seu destino. No recorrer, encontra paisagens belíssimas, contempla a natureza e o pôr-do-sol. Estes são momentos de regozijo na sua jornada. O homem vai almoçar em uma churrascaria, toma um cafezinho e descansa. Porém o homem não fica na churrascaria o dia inteiro ou contemplando a bela paisagem eternamente. Ele está a caminho, sua chegada é mais importante do que as paradas que faz. Os fins de semana são estas paradas, um bom almoço, um dia na praia, uma tarde em família ou o chope de sexta à noite com os amigos.
Muitas vezes depois da experiência de felicidade quase ilimitada oferecida por um fim de semana, nos sentimos vazios. Por que acontece isso? Será falsa essa promessa de felicidade oferecida por um fim de semana? Muitas vezes um sábado à noite feliz se torna um domingo de manhã amargo. Ás vezes nós fazemos coisas em um fim de semana das quais nos arrependemos por toda a vida. A verdade é que às vezes buscamos a alegria aonde não podemos encontrar. Ninguém busca aquilo que pode ser ruim para si. Quando buscamos a felicidade em um fim de semana o fazemos buscando um benefício, reconhecemos um valor e nos lançamos a ele. A pergunta que fica sem responder-se é se podemos encontrar esse valor, será que um fim de semana é capaz de preencher as lacunas do meu coração.
Os fins de semana nos trazem satisfações passageiras, momentâneas. Mas o nosso coração anseia por algo mais estável, mais sólido, que não passe. Uma felicidade que nos encha por inteiro, até as fibras mais ocultas do nosso ser. Existem alegrias na nossa vida que ultrapassam por muito estas alegrias do fim de semana. Um ato de caridade, uma vida honesta, o cumprimento dos deveres, estar de bem com a família, uma boa consciência de paz com Deus e com os homens, uma oração. Também temos que ter em mente o sentido cristão do domingo, o dia dedicado ao senhor que pode ser empregado para o lazer, família e amigos, mas sem deixar de lado o seu sentido primordial que é louvar o Senhor, participando da Santa Missa.
Todos esses bens trazem alegrias que são muito mais profundas que a alegria de um fim de semana. Por exemplo, o valor de uma só Missa é eterno, pois custou o sangue redentor de Cristo. Ás vezes a satisfação dos prazeres imediatos que podemos experimentar em um fim de semana nos faz pensar que esta é a chave de nossa felicidade. Entretanto esta chave, na maioria das vezes, está mais acessível do que imaginamos, depende de nós abrirmos-nos à graça de Deus e mudar nossa vida.
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