Publicado por Cesny em 02/12/2010 (2294 leituras)
Vitor Costa, LC
Um tema comum na mesa de bar é a situação do mundo hoje, todo mundo gosta de comentar sobre como o governo anda mal, como a moralidade anda mal entre os jovens, como a saúde anda mal, como o salário anda mal, como o casamento anda mal e até como a escalação da Seleção anda mal. Existe a comum experiência de insatisfação, um problema de pobres e ricos. Vemos como em países mais desenvolvidos a quantidade de suicídios é cada vez maior. A juventude se entrega as drogas e ao sexo e a pornografia prolifera na sociedade, multidões frenéticas se movem em busca da maior satisfação e prazer. Porém nos sentimos cada vez mais infelizes, estranhos a nós mesmos. Onde está a felicidade? Será possível ser feliz no mundo de hoje? Se for possível em que consiste a felicidade que tanto anseio.
Quando se é jovem se vive de expectativas, a vida é como um bloco de mármore em que podemos esculpir a imagem que queremos. Nossas decisões parecem não ter tanta influência futura. Porém é nessa época que tomamos as decisões mais importantes que definem o sentido de nossa vida. No evangelho temos exemplos de diversas escolhas de vida feitas por jovens. Jesus passou pela vida de cada um deles e quando Jesus se faz presente na nossa vida nada segue igual, uma escolha tem que ser feita.
O primeiro jovem que nós analisaremos é o ‘Jovem Rico’ que encontramos no evangelho de São Lucas (18, 18-30). Ele veio a Jesus buscando uma resposta às suas aspirações. O Jovem Rico possuía tudo o que queria. Se vivesse no mundo de hoje seria proprietário de carros, barcos, casas, seria dono de grandes empresas, um jovem brilhante com o futuro promissor, mas ele sentia que algo lhe faltava. Cristo lhe manifesta aquilo que lhe faltava para ser feliz, deixar todas as suas riquezas e seguir a ele. Por que não estava feliz o jovem rico? Porque suas riquezas não lhe permitiam voar mais alto. Não que seja um problema ter riquezas, porém ele estava apegado a elas e vemos que no final da conversa ele foi embora triste, não foi capaz de se libertar das riquezas deste mundo.
O nosso segundo jovem do evangelho é Judas Iscariotes. Um dia Judas se entusiasmou pelas palavras do Mestre. Ele junto com os outros Apóstolos, uns mais jovens como André e João, outros nem tanto como Pedro, seguiram a Jesus. Judas ao contrário do jovem rico disso sim ao chamado do Senhor, estava feliz em seguir a Cristo. Porém, em um dado momento, aquela alegria ao lado do Mestre começou a se apagar. Em vez de pregar a libertação dos judeus, Jesus estava falando dos sofrimentos que estavam por vir. Ao invés de unir-se aos líderes do seu povo, os fariseus e saduceus, contra a exploração dos Romanos o Senhor Jesus os corrigia e incitava sua fúria ao ponto de quererem tirar-lhe a vida. Judas começou a buscar compensações no seguimento do seu Mestre, primeiro em coisas pequenas, depois em maiores, até o ponto de roubar da bolsa comum destinada ao ministério de Cristo e seus apóstolos. O fim de Judas todos conhecemos, ele terminou por vender a Jesus pelo preço de um escravo e para calar a voz de sua consciência se enforcou.
O terceiro e último exemplo é de uma jovem, talvez a mais nova de todos os jovens do evangelho, quase uma menina, Maria. Ela recebeu a visita do anjo em sua casa (Lc 1, 26- 39). A sua missão foi a mais importante de todo o evangelho, ela não somente seria seguidora de Cristo, mas portaria a Jesus em seu seio maternal, uma honra invejada pelos mesmos anjos. Enquanto o Jovem Rico disse não, Maria disse sim: “Faça-se em mim segundo a vossa palavra.” (Lc 1, 38). Enquanto Judas seguiu a Jesus em um primeiro momento, mas deixou seu amor esfriar-se, Maria manteve-se fiel até acompanhar o seu filho ao pé da cruz, em sua paixão e morte. Maria foi embora feliz ao contrário do Jovem Rico e ela deixou esse mundo não com a consciência pesada por abandonar a Cristo, mas com a alegria de ter sido fiel a Deus até o final.
Em um mundo de jovens que se desesperam e gritam em busca da alegria a jovem Maria nos ensina o caminho para ser feliz. Sigamos seu exemplo e peçamos seu auxílio maternal para que descubramos o caminho da verdadeira felicidade que está no seguimento e imitação de Jesus.
Um tema comum na mesa de bar é a situação do mundo hoje, todo mundo gosta de comentar sobre como o governo anda mal, como a moralidade anda mal entre os jovens, como a saúde anda mal, como o salário anda mal, como o casamento anda mal e até como a escalação da Seleção anda mal. Existe a comum experiência de insatisfação, um problema de pobres e ricos. Vemos como em países mais desenvolvidos a quantidade de suicídios é cada vez maior. A juventude se entrega as drogas e ao sexo e a pornografia prolifera na sociedade, multidões frenéticas se movem em busca da maior satisfação e prazer. Porém nos sentimos cada vez mais infelizes, estranhos a nós mesmos. Onde está a felicidade? Será possível ser feliz no mundo de hoje? Se for possível em que consiste a felicidade que tanto anseio.
Quando se é jovem se vive de expectativas, a vida é como um bloco de mármore em que podemos esculpir a imagem que queremos. Nossas decisões parecem não ter tanta influência futura. Porém é nessa época que tomamos as decisões mais importantes que definem o sentido de nossa vida. No evangelho temos exemplos de diversas escolhas de vida feitas por jovens. Jesus passou pela vida de cada um deles e quando Jesus se faz presente na nossa vida nada segue igual, uma escolha tem que ser feita.
O primeiro jovem que nós analisaremos é o ‘Jovem Rico’ que encontramos no evangelho de São Lucas (18, 18-30). Ele veio a Jesus buscando uma resposta às suas aspirações. O Jovem Rico possuía tudo o que queria. Se vivesse no mundo de hoje seria proprietário de carros, barcos, casas, seria dono de grandes empresas, um jovem brilhante com o futuro promissor, mas ele sentia que algo lhe faltava. Cristo lhe manifesta aquilo que lhe faltava para ser feliz, deixar todas as suas riquezas e seguir a ele. Por que não estava feliz o jovem rico? Porque suas riquezas não lhe permitiam voar mais alto. Não que seja um problema ter riquezas, porém ele estava apegado a elas e vemos que no final da conversa ele foi embora triste, não foi capaz de se libertar das riquezas deste mundo.
O nosso segundo jovem do evangelho é Judas Iscariotes. Um dia Judas se entusiasmou pelas palavras do Mestre. Ele junto com os outros Apóstolos, uns mais jovens como André e João, outros nem tanto como Pedro, seguiram a Jesus. Judas ao contrário do jovem rico disso sim ao chamado do Senhor, estava feliz em seguir a Cristo. Porém, em um dado momento, aquela alegria ao lado do Mestre começou a se apagar. Em vez de pregar a libertação dos judeus, Jesus estava falando dos sofrimentos que estavam por vir. Ao invés de unir-se aos líderes do seu povo, os fariseus e saduceus, contra a exploração dos Romanos o Senhor Jesus os corrigia e incitava sua fúria ao ponto de quererem tirar-lhe a vida. Judas começou a buscar compensações no seguimento do seu Mestre, primeiro em coisas pequenas, depois em maiores, até o ponto de roubar da bolsa comum destinada ao ministério de Cristo e seus apóstolos. O fim de Judas todos conhecemos, ele terminou por vender a Jesus pelo preço de um escravo e para calar a voz de sua consciência se enforcou.
O terceiro e último exemplo é de uma jovem, talvez a mais nova de todos os jovens do evangelho, quase uma menina, Maria. Ela recebeu a visita do anjo em sua casa (Lc 1, 26- 39). A sua missão foi a mais importante de todo o evangelho, ela não somente seria seguidora de Cristo, mas portaria a Jesus em seu seio maternal, uma honra invejada pelos mesmos anjos. Enquanto o Jovem Rico disse não, Maria disse sim: “Faça-se em mim segundo a vossa palavra.” (Lc 1, 38). Enquanto Judas seguiu a Jesus em um primeiro momento, mas deixou seu amor esfriar-se, Maria manteve-se fiel até acompanhar o seu filho ao pé da cruz, em sua paixão e morte. Maria foi embora feliz ao contrário do Jovem Rico e ela deixou esse mundo não com a consciência pesada por abandonar a Cristo, mas com a alegria de ter sido fiel a Deus até o final.
Em um mundo de jovens que se desesperam e gritam em busca da alegria a jovem Maria nos ensina o caminho para ser feliz. Sigamos seu exemplo e peçamos seu auxílio maternal para que descubramos o caminho da verdadeira felicidade que está no seguimento e imitação de Jesus.
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