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Categoria:
Liturgia
Epifania
Definição:
1 (Do gr. = manifestação). Festa do Senhor, com a categoria de solenidade, que, no calendário geral da Igreja, se celebra no dia 6 de Janeiro (ou, entre nós, no domingo seguinte), em comemoração da (Do gr. = manifestação). festa do senhor, com a categoria de solenidade, que, no calendário geral da Igreja, se celebra no dia 6 de Janeiro (ou, entre nós, no domingo seguinte), em comemoração da manifestação de Jesus Menino aos magos do oriente, primícias da gentilidade que Ele vinha integrar no povo de Deus (cf. Mt 2,1-12). O povo dá-lhe o nome de “festa dos reis (magos)”, e a tradição dá a estes os nomes de Gaspar, Belchior e Baltasar, que ofereceram ao Menino ouro (por ser rei), incenso (por ser Deus) e mirra (por ser homem sujeito à morte). É das festas mais antigas (séc. IV), celebrada tanto no Oriente como no Ocidente, embora o objeto principal da Epifania na celebração das Igrejas do oriente seja o batismo do Senhor que, entre nós, se celebra como solenidade normalmente no domingo que encerra o ciclo do Natal. Nos textos litúrgicos da Epifania, entre nós, há referência a mais duas epifanias, a do batismo do Senhor (teofania, pois se manifestaram também o Pai e o Espírito santo, cf. Mt 3,13-17 e //) e a do primeiro dos “sinais”, nas bodas de Caná (para consolidar a fé inicial dos primeiros discípulos, cf. Jo 2,1-11). V. magos do Oriente.
(D. Manoel Franco Falcão)
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528
A epifania é a manifestação de Jesus como messias Israel, Filho de Deus e Salvador do mundo. Com o batismo de Jesus no Jordão e com as bodas de Caná, ela celebra a adoração de Jesus pelos "magos" vindos do Oriente. Nesses "magos", representantes das religiões pagãs circunvizinhas, o evangelho vê as primícias das nações que acolhem a boa nova da salvação pela encarnação. A vinda dos magos a Jerusalém para "adorar ao rei dos judeus" mostra que eles procuram em Israel, à luz messiânica da estrela de Davi, aquele que será o Rei das nações. Sua vinda significa que os pagãos só podem descobrir Jesus e adorá-lo como Filho de Deus e Salvador do mundo voltando-se para os judeus recebendo deles sua promessa messiânica, tal como está contida no Antigo Testamento. A Epifania manifesta que "a plenitude dos pagãos entra na família dos patriarcas" e adquire a "dignidade israelítica". (Parágrafos
relacionados: 439,711-716,122)
(D. Manoel Franco Falcão)
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A epifania é a manifestação de Jesus como messias Israel, Filho de Deus e Salvador do mundo. Com o batismo de Jesus no Jordão e com as bodas de Caná, ela celebra a adoração de Jesus pelos "magos" vindos do Oriente. Nesses "magos", representantes das religiões pagãs circunvizinhas, o evangelho vê as primícias das nações que acolhem a boa nova da salvação pela encarnação. A vinda dos magos a Jerusalém para "adorar ao rei dos judeus" mostra que eles procuram em Israel, à luz messiânica da estrela de Davi, aquele que será o Rei das nações. Sua vinda significa que os pagãos só podem descobrir Jesus e adorá-lo como Filho de Deus e Salvador do mundo voltando-se para os judeus recebendo deles sua promessa messiânica, tal como está contida no Antigo Testamento. A Epifania manifesta que "a plenitude dos pagãos entra na família dos patriarcas" e adquire a "dignidade israelítica". (Parágrafos
relacionados: 439,711-716,122)
Referência: Enciclopédia Católica Popular; CIC - Catecismo da Igreja Católica;
Enviada por naldus_de, el 23/07/06 00:22. | Esta definição foi acessada 145 vezes.
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