
A Igreja ensina que o ato sexual é lícito dentro do Matrimônio e deve estar sempre aberto à vida. O homem não pode alterar tal caráter por sua própria iniciativa. Por isso, são moralmente ilícitos os meios de contracepção que, em previsão do ato conjugal, durante a sua realização ou no decorrer de suas conseqüências naturais, se proponham a tornar impossível a procriação.
A Igreja também ensina que é possível, objetivando uma paternidade responsável, utilizar-se dos meios naturais de regulação, tais como Billings. Esses meios, ao contrário dos métodos artificiais, não ofendem a Lei Natural, pois se harmonizam com o ciclo biológico humano e com a vontade de Deus.
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Documentos:
- CIC 2366-2370
- Humanae Vitae
- Gaudium et Spes 47
Cf. aborto, anticoncepcional