
Como organização católica para a prática da caridade surgiu em 1924 no Congresso Eucarístico Internacional de Amesterdã, ficando a sede em Lucerna, Suíça. Com a Segunda Guerra Mundial, por ordem do Papa, consagrou-se a ajudar as vítimas do conflito. Entrou então em Portugal (1945), acolhendo crianças refugiadas, em casa de famílias. Depois da guerra, reorganizou-se, dando origem a várias organizações internacionais, destacando-se a cáritas Internacional, apoiada nas Cáritas nacionais com delegações nas dioceses. A Cáritas Portuguesa, que teve os seus primeiros estatutos aprovados em 1956, atendendo à importância reconhecida pelo Concílio Vaticano II às Igrejas locais, passou a ser (1975) uma federação das 20 Cáritas Diocesanas, dependendo estas dos respectivos bispos, que lhes deram estatutos condizentes com as circunstâncias diocesanas. Casos há em que a Cáritas diocesana exerce as funções de coordenação de todas as atividades sócio-caritativas na diocese.
(D. Manoel Franco Falcão)